
Ser altair não é um aditamento; não é umha conjuntura; não é aquilo que é feito quando não se tem outra cousa melhor que fazer. É umha convicção para a vida, que nos diferentes âmbitos de cada quem poderá expressar-se de mui diversas formas.

Elias J. Torres Feijó
O altairismo constitui um tesouro; um tesouro particular. É um conjunto completo de bens e ferramentas para a vida. É umha ideia que se pratica quotidiana e sistematicamente. É umha ideia que pretende melhorar sem excluir nada nem ninguém exceto quem recuse praticar os seus valores. Que se atreve a desafiar o sectarismo, a intolerância e a injustiça, ainda que esse enfrentamento não esteja nas agendas nem nos catálogos prestigiosos dos diversos ambientes prestigiados ou legitimadores. É um tesouro porque se interioriza como parte do modo de ser e de estar; e de atuar. Necessita ser umha crença sem sobrenatural, respeitando todas as vivências espirituais que nela devem ver umha aliança formosa.
Crença: interiorizar os seus valores; convertê-los em guias de pensamento e ação. Elaborar textos, imagens, símbolos que vão construindo a nossa vida e pretendem colocar-se ao serviço de outras. Que nos nutrem como referências e paixões.
Ser altair não é um aditamento; não é umha conjuntura; não é aquilo que é feito quando não se tem outra cousa melhor que fazer. É umha convicção para a vida, que nos diferentes âmbitos de cada quem poderá expressar-se de mui diversas formas; no trabalho, na família, na comunidade, nas amizades, nos percursos vitais. A altair, em toda essa diversidade, encontra umha razão de ser, umha motivação, umha aprendizagem, na sua crença e na sua prática da crença.
Acreditar em Altair, na estrela que guia, é a aventura fascinante que nos chama.
